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Quadrinhos: Infantis ou não!?
- Irônico o-Culto (1)
Publicado por
Vinicius
Embora seu tratamento no meio ocultista(escrito) seja em maior parte contemporâneo e ainda muito especulativo, o sexo deve ser tema de máxima relevância para o estudante. Tal afirmação é feita não por um caráter ético ou espiritualista, bem longe disso, mas pelo caráter próprio do ocultismo e das noções de conhecimento sobre si mesmo.
Graças ao pensamento asceta, o sexo tornou-se algo impróprio ao pensamento humano, segundo Foucault tal ideal tornou-se mais forte graças aos movimentos científicos/psicologistas do século XVIII sob a influência do movimento industrial, diz o citado filósofo que com a revolução industrial o mundo europeu adotou um pensamento totalmente voltado à lógica de produção, e por culpa disso, o sexo tornou-se um meio de produção como qualquer outro, cuja única finalidade era a procriação, tal ideal foi criado dentre vários motivos, para incentivar a geração de trabalhadores fabris e fortalecer o comando dos burgueses sobre a classe operária unindo o dogma religioso com o cientificismo da época. Graças a esse fato histórico, formas sexuais não conceptivas foram tomadas não só como aberrações morais, mas também atentados contra a saúde do Estado. Jovens eram proibidos de se masturbarem, pois tal prática segundo o meio científico poderia causa tanto impotência na vida adulta, como a loucura. Para impedir a masturbação de homens e mulheres incentivou-se o casamento nas idades logo após o movimento de maturação dos corpos. Não só a masturbação tornou-se proibida, mas o sexo oral e anal, pelos mesmos motivos, gasto de sêmen e deficiência psicológica(Veja que esses influenciam também o movimento espiritualista asceta dos modernos). Começa então verdadeiramente a luta contra o sexo com prostitutas e contra o sexo não conceptivo(contra grupos homossexuais principalmente), tal luta que é moderna e não medieval como muitos acreditam.
Graças ao pensamento asceta, o sexo tornou-se algo impróprio ao pensamento humano, segundo Foucault tal ideal tornou-se mais forte graças aos movimentos científicos/psicologistas do século XVIII sob a influência do movimento industrial, diz o citado filósofo que com a revolução industrial o mundo europeu adotou um pensamento totalmente voltado à lógica de produção, e por culpa disso, o sexo tornou-se um meio de produção como qualquer outro, cuja única finalidade era a procriação, tal ideal foi criado dentre vários motivos, para incentivar a geração de trabalhadores fabris e fortalecer o comando dos burgueses sobre a classe operária unindo o dogma religioso com o cientificismo da época. Graças a esse fato histórico, formas sexuais não conceptivas foram tomadas não só como aberrações morais, mas também atentados contra a saúde do Estado. Jovens eram proibidos de se masturbarem, pois tal prática segundo o meio científico poderia causa tanto impotência na vida adulta, como a loucura. Para impedir a masturbação de homens e mulheres incentivou-se o casamento nas idades logo após o movimento de maturação dos corpos. Não só a masturbação tornou-se proibida, mas o sexo oral e anal, pelos mesmos motivos, gasto de sêmen e deficiência psicológica(Veja que esses influenciam também o movimento espiritualista asceta dos modernos). Começa então verdadeiramente a luta contra o sexo com prostitutas e contra o sexo não conceptivo(contra grupos homossexuais principalmente), tal luta que é moderna e não medieval como muitos acreditam.
Embora a ciência atualmente tenha voltado atrás com essas questões(por razões também políticas) esse modo de ver o mundo influencia enormemente nossos espíritos, apenas com os movimentos contra o cristianismo e por conseguinte contra a cultura, dos séculos XIX e XX com pensadores como Aleister Crowley, Nietzsche e Anton Lavey que os jovens passam a buscar uma maior liberdade corporal e espiritual. Embora a influencia desses e de outros autores na libertação da prática/pensamento sexual seja louvável, nossa sociedade(Brasil) ainda se prende aos dogmas sociais, não importando se o grupo é cristão, ateu ou pagão, a liberdade sexual ainda é rara.
Segundo Foucault o sexo foi tema importante para as escolas de mistérios do oriente e do ocidente, e objeto necessário da iniciação da juventude no conhecimento sobre a natureza. Segundo o autor, o sexo deve ser ensinado ao jovem de duas formas com nomes distintos, esses são a "Scientia Sexualis" e a "Ars Erótica", a primeira é a educação através da palavra dita ou escrita, no caso, se dá por meio do discurso cientifico e filosófico e a segunda é a parte inominável do conhecimento sexual e só pode ser compreendido pela prática.
Na Scientia Sexualis, gênero de conhecimento desenvolvido principalmente pelo cristianismo e a escolástica, há uma necessidade de falar sobre o sexo, dizer sua função, suas necessidades etc. Tal modo não só é/era insuficiente para tratar o tema, como foi usado como modo da Igreja/Nobreza compreender e discutir tais temas tidos como vulgares(dos pobres) e animalesco sem comprometerem a própria honra. A Scientia Sexualis é provavelmente a causadora dos maiores equívocos sobre o sexo, que lançou ao inferno os assexuados, homossexuais e libertinos.
Na Ars Erótica o conhecimento se dá por meio da prática do sexo, questões como "O que é o sexo", "O que é necessário para o sexo" e coisas do gênero não são importantes, porém não se deve tomar como a prática sexual livre de conhecimento, mas repleta dele. Conta Foucault que os mestres educavam seus alunos de forma direta ou indireta, os jovens(geralmente homens) eram levados a compreender como se dava o prazer em seu próprio corpo, quanto ele durava utilizando diferentes modos, como intensifica-lo, como livra-lo da dor e assim por diante. O aprendiz era levado a compreender seu próprio corpo, e mais do que isso, a supera-lo! A cada prática, o mestre instruía seu aprendiz a como intensificar o prazer, como intensificar o tempo, como escolher boas mulheres para o coito, enfim o ensinava verdadeiramente sobre o sexo.
O sexo para o ocultista passa de ferramenta de conhecimento de si mesmo, para ferramenta de auto controle em diversos níveis, pois aí é exigido não só o controle do corpo, mas da mente. O prazer perde toda a qualidade moral e passa a ser um fato e uma competência.
O aprendizado do sexo, não se limita ao uso prático e teórico dentro do próprio sexo, mas se estende ao espírito por dar ao estudante melhor controle emocional e da Vontade, se estende ao social por dar ao estudante maior liberdade de expressar-se e de pensar e principalmente se estende ao corpo, que se torna menos submisso.
O sexo para o ocultista passa de ferramenta de conhecimento de si mesmo, para ferramenta de auto controle em diversos níveis, pois aí é exigido não só o controle do corpo, mas da mente. O prazer perde toda a qualidade moral e passa a ser um fato e uma competência.
O aprendizado do sexo, não se limita ao uso prático e teórico dentro do próprio sexo, mas se estende ao espírito por dar ao estudante melhor controle emocional e da Vontade, se estende ao social por dar ao estudante maior liberdade de expressar-se e de pensar e principalmente se estende ao corpo, que se torna menos submisso.
Não penso em outro estudo sobre o sexo no ocultismo que não exija a prática do controle emocional, corporal e intelectual. O uso do sexo para ativar esse sigilo ou para qualquer fim do gênero se torna estapafúrdio para aqueles que aprendem de fato sobre o tema, que aprendem a conhecer e não a reproduzir somente.
Tais afirmações se tornam claras, quando conhecemos o ocultismo e sua história, seu mapa conceitual, quando vemos além do absurdo de ver o ocultista como aquele que estuda o sobrenatural e reproduz técnicas ou devaneios do tipo, mas quando vemos o ocultista como aquele que em sua sede pela verdade(βιος θεωρπτικός), retira o véu que cobre conhecimento, como desvelador e não como aquele que vela(põe o véu). Sendo então o ocultista um des-cobridor, um homem de Aletheia, ele deve ser aquele que em qualquer tema, seja sobre o Sexo ou sobre o Homem, não se prende ao que foi dito, mas experimenta sem prender-se a experimentação buscando desvelar e conhecer o que ali se oculta, e sendo ele um magicista, deve ser também capaz não só de mostrar o que aprendeu, mas de elevar e superar-se em suas práticas e conhecimentos.
"Praebere Sitientibus"
Lord Vincus
Lord Vincus
2014
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Vinicius
Os moderadores do grupo Ocultismo convidam nossos leitores a estudarem a obra "Contra o Método" de Paul Feyerabend dentro de uma perspectiva que dialogue com o Ocultismo. A proposta é lermos juntos, pelo menos um capítulo por semana, e a cada semana publicarmos um resumo comentado do capítulo lido. Desse modo, nossos leitores podem, se desejarem, enviar seus comentários sobre a obra abordando a perspectiva do método no ocultismo, e se tais comentários forem julgados úteis por mim, poderão ser publicados aqui no Blog. Além disso, discussões sobre a leitura serão possíveis no grupo acima mencionado.
Publicado por
Vinicius
Todo símbolo é, sem muito medo de equivocar-me, uma roupagem pela qual uma ou mais ideias ou objetos se expressam. Essas ideias cuja a fonte pode possuir ou não uma forma específica serão por mim chamadas de espírito. O espírito é então aquilo que é imanifesto em si mesmo, porém é manifesto quando apropria-se de um agente plástico. Um exemplo claro está sendo dado continuamente ao meu leitor por meio dessas palavras que utilizo para me expressar, essas palavras que não são a coisa mesma evocam as coisas para as quais servem de vestimenta.
Quando falo de 'Justiça', por exemplo, devo atentar que aquilo que chamamos por esse nome não possui forma e não pode de modo algum ser comunicado, a menos que, este espírito seja revestido de um ou mais corpos para que seu sentido possa ser conhecido. O espírito da justiça é comunicado por meio de sua roupagem coma a grafia ou som de seu nome, desse modo, sempre que ouvirmos a palavra ou tomarmos alguma de suas manifestações visuais acabaremos por evocar total ou parcialmente os espíritos que nesses símbolos estão ocultos.
Para um espíritos ser devidamente evocado, Tê-lo selado em uma ou mais símbolos não é suficiente, é necessário que ele esteja devidamente inserido em um sistema de símbolos concatenados, com efeito, se tomarmos por exemplo a palavra 'cadeira' sem tê-la inserido em uma rede de símbolos ela não terá nenhum significado, se por outro lado esta mesma palavra estiver dentro de um sistema ela passa a informar alguma coisa, afinal só posso evocar um espírito se já tiver dominado os espíritos que a ele são submissos, igualmente, só posso evocar e fazer uso do espírito da cadeira quando possuir o controle dos espíritos mais simples que a ela seguem, tal como o espírito de encosto, base e acento.
Ainda nesse sentido, se eu quiser evocar o espírito do Sol quando seu objeto não estiver pairando sobre o firmamento, devo antes evocas os espíritos que lhe são subordinados, tal como os espíritos da luz e do calor ou de qualquer coisa sob o domínio do Sol ou que lhe dê significado. Desse modo quando percebemos que todos os espíritos se concatenam, percebemos que quanto maior o número de espíritos que dominamos, maior será a facilidade de dominar espíritos mais complexos, o que se deduz que o ocultista deve conhecer os espíritos mais simples para assim poder alcançar seus respectivos governantes e sobre eles exercer domínio, esse é um dos pilares do conhecimento, com efeito basta dominar o exercito para subjugar o comandante.
Desse modo no que diz respeito aos espíritos que ainda não conseguimos dominar, basta que encontremos seus respectivos servos e tenhamos posse de seus selos para então através deles tomarmos o seu governante, vale ressaltar que muitos espíritos possuem mais de um senhor, e muitos senhores são servos de espíritos muito maiores. Como exemplo de um espírito com mais de um senhor temos o espírito da quentura, que serve ao Sol, ao fogo ou ao abraço. Como exemplo de espírito que é servo e senhor temos o Sol que além de dominar os espíritos por mim enunciados, ele é dominado por espíritos maiores como por exemplo o espírito de Estrela. Todos que ignoram essa regra de nossa linguagem nunca foram capazes de dominar grandes espíritos.
Para aqueles que conseguiram a proeza de não compreender o que agora expus, é suficiente meditar sobre a sexta regra de Descartes.
Para um espíritos ser devidamente evocado, Tê-lo selado em uma ou mais símbolos não é suficiente, é necessário que ele esteja devidamente inserido em um sistema de símbolos concatenados, com efeito, se tomarmos por exemplo a palavra 'cadeira' sem tê-la inserido em uma rede de símbolos ela não terá nenhum significado, se por outro lado esta mesma palavra estiver dentro de um sistema ela passa a informar alguma coisa, afinal só posso evocar um espírito se já tiver dominado os espíritos que a ele são submissos, igualmente, só posso evocar e fazer uso do espírito da cadeira quando possuir o controle dos espíritos mais simples que a ela seguem, tal como o espírito de encosto, base e acento.
Ainda nesse sentido, se eu quiser evocar o espírito do Sol quando seu objeto não estiver pairando sobre o firmamento, devo antes evocas os espíritos que lhe são subordinados, tal como os espíritos da luz e do calor ou de qualquer coisa sob o domínio do Sol ou que lhe dê significado. Desse modo quando percebemos que todos os espíritos se concatenam, percebemos que quanto maior o número de espíritos que dominamos, maior será a facilidade de dominar espíritos mais complexos, o que se deduz que o ocultista deve conhecer os espíritos mais simples para assim poder alcançar seus respectivos governantes e sobre eles exercer domínio, esse é um dos pilares do conhecimento, com efeito basta dominar o exercito para subjugar o comandante.
Desse modo no que diz respeito aos espíritos que ainda não conseguimos dominar, basta que encontremos seus respectivos servos e tenhamos posse de seus selos para então através deles tomarmos o seu governante, vale ressaltar que muitos espíritos possuem mais de um senhor, e muitos senhores são servos de espíritos muito maiores. Como exemplo de um espírito com mais de um senhor temos o espírito da quentura, que serve ao Sol, ao fogo ou ao abraço. Como exemplo de espírito que é servo e senhor temos o Sol que além de dominar os espíritos por mim enunciados, ele é dominado por espíritos maiores como por exemplo o espírito de Estrela. Todos que ignoram essa regra de nossa linguagem nunca foram capazes de dominar grandes espíritos.
Para aqueles que conseguiram a proeza de não compreender o que agora expus, é suficiente meditar sobre a sexta regra de Descartes.
[trecho removido por não acrescentar ao tema, apenas uma reflexão do método exposto como modelo para alcançar um espírito último e universal]
Apesar de tudo o que foi dito, há questões que devemos atentar, uma é que um mesmo espírito pode usar inúmeras imagens para se manifestar, por exemplo o espírito da Justiça que pode se mostrar por meio da palavra escrita, falada, por ideogramas como é o caso da balança ou até mesmo sob a casca de uma deusa ou estátua, embora todas essas roupagens sejam diferentes, são passíveis de serem tomadas por um mesmo espírito. A segunda questão é que uma mesma roupagem pode ser dividida por inúmeros espíritos, como é um caso de um mesmo símbolo tem diferentes significados, como é o caso por exemplo da cruz que pode ser habitada pelo espírito de Cristo, com os quatro elementos da física antiga, com o simples cruzar de retas dos geômetras e até mesmo com o espírito da tortura talvez tenha atormentado homens de um passado distante. Dito isso concluo que um mesmo espírito não usa apenas uma mesma vestimenta e a mesma vestimenta não é usada por apenas um espírito. Sendo assim o ocultista hábil não julgará o espírito pela sua roupa, ele mostrará-se clarividente e verá através das aparências, isso se torna fácil empregando os saberes aqui expostos, pois esses espíritos costumam andar acompanhados de seus servos e é através deles que iremos identifica-los, é como dirá os populares "me diga com quem andas e te direi quem és".
Compreendendo isso caro leitor, rogo-lhe pelo bom senso para que não copie as ações daqueles que falam mais do que sabem, como em sua maioria fazem os que se ocupam do comércio e da glória vã, pois devemos saber que o ocultista difere do copista, desse modo quando um estranho vier lhe oferecer um símbolo e lhe pedir para que seu espírito seja desvelado, cuide para não precipitar-se, com efeito uma mesma casca nem sempre terá um mesmo espírito. Desse modo, quando um Ankh for apresentado não se apresse em apontar um determinado espírito como seu hospedeiro, primeiro questione onde tal símbolo se inseri[...], se o interlocutor não for capaz de lhe informar isso e lhe passar somente o símbolo solitário deve-se então dizer-lhe a verdade, ou seja, que o símbolo é uma casca oca(um não-símbolo), ou então instrua-o para que possa por conta própria encontrar o espírito que ali repousa, com efeito, embora o símbolo seja o mesmo, o espírito em seu interior não será idêntico quando for observado dentro da mitologia egípcia e de uma linha new-age. Cabe então o ocultista investigar o inaparente(espírito) e torna-lo aparente, aqueles que se ocupam somente da vestimenta sem ocupar-se devidamente do espírito não são ocultistas.
Devemos falar ainda de espíritos irmãos que podem vestir-se dos mesmos símbolos, partilharem entre si inúmeros servidores e terem ainda o mesmo nome(que é também um símbolo), não atoa que temos vários espíritos diferentes sendo tomados pelos desatentos como iguais. Podemos citar por exemplo os espíritos que atendem pelo nome de justiça, com efeito não há um único espírito para a justiça que seja universalmente usual, há inúmeras noções da mesma, partilhando os mesmos servidores, mas diferenciando-se na medida que os servidores divergem.
[...]
Compreendendo isso caro leitor, rogo-lhe pelo bom senso para que não copie as ações daqueles que falam mais do que sabem, como em sua maioria fazem os que se ocupam do comércio e da glória vã, pois devemos saber que o ocultista difere do copista, desse modo quando um estranho vier lhe oferecer um símbolo e lhe pedir para que seu espírito seja desvelado, cuide para não precipitar-se, com efeito uma mesma casca nem sempre terá um mesmo espírito. Desse modo, quando um Ankh for apresentado não se apresse em apontar um determinado espírito como seu hospedeiro, primeiro questione onde tal símbolo se inseri[...], se o interlocutor não for capaz de lhe informar isso e lhe passar somente o símbolo solitário deve-se então dizer-lhe a verdade, ou seja, que o símbolo é uma casca oca(um não-símbolo), ou então instrua-o para que possa por conta própria encontrar o espírito que ali repousa, com efeito, embora o símbolo seja o mesmo, o espírito em seu interior não será idêntico quando for observado dentro da mitologia egípcia e de uma linha new-age. Cabe então o ocultista investigar o inaparente(espírito) e torna-lo aparente, aqueles que se ocupam somente da vestimenta sem ocupar-se devidamente do espírito não são ocultistas.
Devemos falar ainda de espíritos irmãos que podem vestir-se dos mesmos símbolos, partilharem entre si inúmeros servidores e terem ainda o mesmo nome(que é também um símbolo), não atoa que temos vários espíritos diferentes sendo tomados pelos desatentos como iguais. Podemos citar por exemplo os espíritos que atendem pelo nome de justiça, com efeito não há um único espírito para a justiça que seja universalmente usual, há inúmeras noções da mesma, partilhando os mesmos servidores, mas diferenciando-se na medida que os servidores divergem.
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