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Quadrinhos: Infantis ou não!?
- Irônico o-Culto (1)
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P3NS4NT3
Muitas vezes ouvi pessoas falando que nós, seres humanos, somos seres instintivos, e que devemos superar nossos instintos caso queiramos evoluir de qualquer forma que seja possível. Para isto seria necessário muita disciplina e esforço. Hoje irei debater um pouco sobre o fato de sermos ou não seres instintivos.
Vamos tomar como base para a discussão alguns instintos básicos que são ditos serem possuídos pelos animais:
1- Instinto de sobrevivência - Em uma breve descrição, podemos dizer que um ser regido por este instinto tem suas ações voltadas para o ato de sobreviver, tendo medo e se afastando de situações que possam trazer o fim da sua vida.
Eu acredito que nós, seres humanos, não possuímos tal instinto, afinal, ninguém praticaria qualquer forma de esporte radical que trouxesse risco de vida para o praticante se fosse regido por este instinto, e ninguém comeria diariamente os alimentos cancerígenos que se encontram nas prateleiras dos supermercados.
2- Instinto de reprodução.
Pode-se dizer que nós também não somos regidos por esse instinto, afinal se fôssemos, apenas realizaríamos o ato sexual com o fim de reprodução, não haveria sexo por prazer, masturbação e homossexualismo, a própria existência de tais comportamentos indica como o homem não faz sexo por instinto.
3- Instinto de comer.
Se o ser humano fosse regido pelo instinto de comer, não o faria quando não estivesse com fome, e não passaria fome caso tivesse comida disponível. Várias pessoas não comem o suficiente para matar sua fome com o intuito de emagrecer.
Seja por um objetivo a ser alcançado, para se sentir bem, ou por nossas emoções e apegos, sempre há algo que nos motiva a agir, o que acontece é que muitas vezes há um bloqueio psicológico, seja medo, preguiça ou uma visão de mundo limitada, que sempre nos faz agir de tal modo, e nos impede de sermos diferentes.
Sobre os bloqueios psicológicos, muitas vezes a pessoa não é corajosa o suficiente para admitir que ela mesma está se inibindo de chegar a um objetivo, então cria desculpas para seu fracasso, seja dizendo que age por instinto, seja dizendo que a culpa é de outra pessoa.
O que acontece é que não somos seres instintivos. Próximo mês falarei um pouco mais sobre as emoções, e no seguinte, sobre bloqueios psicológicos.
Publicado por
Unknown
Os Chakras: reguladores da nossa
vitalidade.
Muitos de nós já
ouvimos falar dos Chakras, da sua importância para o equilíbrio e do papel que
eles possuem para revitalizar as nossas baterias psíquicas. Mas a maioria de
nós sempre os deixa na teoria, esquecendo-os na prática. Venho tentar mostrar
um pouco deles, suas funções e como os regular no dia a dia.
A
palavra chakra é de origem sânscrita e significa “rodas de energia”. Existe uma
energia vital universal conhecida por dois nomes: Prana (indiano) ou Chi, que
pode ser chamado também de Ki (chinês). Essa energia vital é harmonizada tanto
pela prática de atividades como as artes marciais (principalmente o Tai Chi
Chuan), quanto pela prática do Reiki, dentre outras.
Os chakras funcionam como bombas de
regulagem energética e quando estão abertos e girando perfeitamente, o
individuo sente-se totalmente saudável em todos os aspectos de sua vida.
Com a agitação dos grandes centros
urbanos, a maioria das pessoas não desprende muito tempo para se dedicar ao chi,
fazendo com que o seu fluxo fique desregulado, bloqueando os chakras.
Cada chakra vibra com um mantra
próprio e possui uma cor relacionada. Agora iremos conhecer os sete principais
chakras e depois será mostrado um exercício para que possamos ativá-los.
Os sete principais chakras são:
Chakra
de Base:
Localiza-se na região pélvica. Está
ligado ao medo, à sexualidade e aos desejos. Permite-nos amar a vida. Sua
influencia no corpo se encontra nos órgãos reprodutores, nas glândulas sexuais
e no nervo ciático. Sua cor é o vermelho e o seu mantra é LAM.
Chakra
Sagrado:
Localiza-se acima dos órgãos
genitais e um pouco abaixo do umbigo. Está ligado à sobrevivência e ao medo do
mundo material (água, alimentos, situação financeira, trabalho). Estão sobre
sua influencia a coluna vertebral, a bexiga, os rins e as glândulas
suprarrenais. Sua cor é o laranja e o seu mantra é VAM.
Chakra
Solar:
Localiza-se na junção das costelas.
Está ligado à racionalidade, à vontade, ao poder e à autocura. No corpo
influencia o pâncreas, o fígado, o baço, o estômago e o intestino delgado. Sua
cor é o amarelo e o seu mantra é RAM.
Chakra
Cardíaco:
Localiza-se no meio do peito e serve
de ponto de convergência entre os três primeiros e os três últimos chakras,
servindo como elo entre o corpo e o espírito. Está relacionado ao amor
incondicional e à fraternidade. Influencia o coração. Sua cor é o
verde-esmeralda e o seu mantra é YAM.
Chakra
da Garganta:
Localiza-se no meio da garganta e
atua sobre a comunicação e assimilação. A garganta e as cordas vocais estão
sobre sua influência. Sua cor é o azul celeste e seu mantra é HAM.
Chakra
da Sabedoria:
Também conhecido como olho de Shiva
ou terceira visão, este chakra, localizado acima da raiz do nariz, possibilita
a entrada no mundo não-material. É responsável pelo desenvolvimento da
clarividência, da clariaudiência e dos poderes psíquicos do ser humano. Sobre
sua influência estão a hipófise, a parte inferior do cérebro, o olho esquerdo,
as orelhas e o nariz. Sua cor é o índigo e o seu mantra é OM.
Chakra
da Coroa:
Localiza-se no topo da cabeça. Atua
sobre a ligação do ser humano com os reinos mais elevados da espiritualidade.
Permite alcançar a serenidade espiritual e é através dele que podemos atingir o
Nirvana. Influencia a pituitária, a parte superior do cérebro e o olho direito.
Não possui mantra e sua ativação depende da ativação dos outros seis.
Exercício para regular os Chakras:
Ao acordar (de preferência antes das
sete da manhã) sente-se com a coluna reta, ou deite-se com a coluna relaxada e
feche os olhos suavemente. Visualize a cor do chakra que você deseja regular e
entoe o mantra referente a ele durante dois minutos.
No início não ultrapasse os dois
minutos. Somente após algumas semanas ou meses de prática é que você pode
aumentar gradativamente até conseguir praticar por dez minutos.
Publicado por
Anônimo
A bruxaria Hoje, livro de Gardner, tenta dar
uma visão diferenciada sobre o olhar que era popular e erudita sobre a
bruxaria. Tanto a população como os grandes escritores tratavam a bruxaria como
coisa do diabo e anti-cristã. O autor vem trazer a sua visão como membro de
coven e estudioso de magia e bruxaria. Ele trás um olhar simples e generalizado,
mas que é fundamental para que pessoas pouco instruídas e que querem conhecer
um pouco sobre bruxaria tenham uma base para um inicio.
Gardner trata com respeito em seu livro tanto
a bruxaria como o cristianismo, é claro que fatos não são negados, como as
torturas e as execuções, ele trata de tudo com naturalidade, como realmente
deve ser tratado. Ele fala da nudez no seu primeiro capítulo, o que ela
representava de fato para as bruxas, que não era nenhum tipo de subversão, mas
sim uma forma de liberar melhor os seus poderes, diz- sobre o que lhe foi
permitido - como eram de fato os rituais
e faz uma comparação sobre o que era dito e o que ele participou e viu, ou seja
ele não era uma pessoa que tinha uma idéia do que poderia ser, ele esteve lá e
viu com os próprios olhos como realmente era. Contou um pouco sobre o que podia
dos rituais, mostrou como as pessoas entravam nos covens e como era passado o
conhecimento para os iniciados. A questão de seus cultos serem escondidos e
misteriosos ele tratou como realmente é: óbvio. As bruxas foram caçadas,
torturadas e mortas, além de seus conhecimentos não serem próprios a qualquer
pessoa, não por elas se considerarem superiores, mas cada um tem seu tempo e
tem pessoas que não chegaram no tempo de aprender sobre magia e bruxaria.
No
segundo capítulo o autor fala sobre o nascimento da bruxaria e sobre ela em
todas as eras, Gardner como já disse antes não trata de assunto nenhum com
profundidade nesse livro e muito menos nesse capítulo, mas pincela sobre muitas
coisas, como, por exemplo, a bruxaria na idade da pedra e sobre os milênios em
que o mundo era matriarcal então a religião também era matriarcal, e sobre as
mudanças históricas que transformaram a religião. Nos mostra na idade média as
crueldades que eram feitas a qualquer um que fosse tido como bruxo, sendo ou
não bruxo. Um fato interessante que ele destaca no livro é que as tradições e
cultos são mantidos mesmo após séculos e que continentes distintos tem
semelhanças ritualísticas, ele explica que as pessoas utilizam as mesmas
ritualísticas porque procuram a mesma causa e efeito.
No terceiro e ultimo capítulo ele fala sobre
as crenças das bruxas, não fala nada muito especifico sobre isso até porque
segundo ele nem sobre o cristianismo há nada muito específico sobre suas
crenças. Ele conta um conto sobre o mundo dos mortos, diz que na época da
inquisição a bruxaria passou a ser quase que hereditária por conta das
perseguições e mortes. Ele é bem simplista nesse livro, mas ele foi um
precursor para que o preconceito diminuísse e deu uma visão diferenciada e nova
sobre a bruxaria.
A
Bruxaria Hoje de Gerald Gardner é uma excelente leitura para iniciantes e
pessoas que não conhecem sobre a bruxaria, o autor trata tudo com realidade e
não exalta ninguém. Diz o que as coisas são tanto para um lado quanto para o
outro. Pra quem nunca leu nada de Gardner e escuta falar sobre ele é uma
excelente surpresa, pois entendemos porque ele é o precursor da bruxaria
moderna, e que é um homem que sabe do que está falando. Ele usa uma linguagem
simples e mostra com simplicidade como as coisas são. Como o meu mestre me
ensinou sempre “O simples é bom” então acho que vocês já podem concluir o que eu
penso sobre o livro.
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